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Obras

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Obras

1ª ed. Porto Alegre: Habitus Editora, 2022.

VILELA, Augusto Tarradt; VIANA, Tafate Dias.

Org.: Miguel Tedesco Wedy e Paulo Thiago Fernandes (p. 75-98)


Uma abordagem acadêmica e profissional de assuntos relacionados à proteção da liberdade individual, dado que a privação da liberdade, antes do trânsito em julgado de condenação de natureza penal, é concebida, em democracias substanciais, como a extrema ratio da ultima ratio. É com essa perspectiva que as espécies de prisão e de medidas cautelares foram analisadas durante a obra. Todos os trabalhos, portanto, foram elaborados com respeito a critérios de pesquisa científica e valores constitucionais (especialmente aqueles dedicados ao processo penal de cariz democrático), resultando na qualidade da obra, que conta com autore(a)s provenientes da pós-graduação (lato e stricto sensu) da UNISINOS, dos quais muito(a)s são profissionais do Direito e da docência universitária. Por fim, é acertado recomendar o livro “Prisões e medidas cautelares no processo penal brasileiro” para pesquisadore(a)s (da área jurídica ou não), estudantes e profissionais do Direito, por ser também uma obra atualizada com as alterações legislativas operadas no âmbito das Ciências Criminais pela Lei nº 13.964/2019 – pacote anticrime, além de decisões judiciais elaboradas pelos Tribunais Superiores.

1ª ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2020. 109p

VILELA, Augusto Tarradt | WEDY, Miguel Tedesco


Executar a pena antes de seu trânsito em julgado é uma medida extrema e muito complexa, devendo ocorrer uma análise minuciosa de seus impactos às bases epistemológicas do direito penal material e processual e, especialmente, constitucional. Esta é a proposta da presente obra: avaliar o retorno desse entendimento que é claramente contrário ao texto constitucional e que se justifica apenas a partir de critérios funcionais e político-criminais, cuja legitimidade e eficiência são altamente discutíveis.

1ª ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2018.

WEDY, Miguel Tedesco | VILELA, Augusto Tarradt (v. , p. 79-100)


Hoje se sabe que para enfrentar a criminalidade organizada, a criminalidade econômica e os crimes contra a administração pública, o legislador teve de buscar outros institutos, bem mais invasivos do ponto de vista das garantias constitucionais: as colaborações premiadas, as interceptações telefônicas e telemáticas, as conduções coercitivas, os acordos de leniência, a infiltração de agentes, a ação controlada etc. A obra objetiva apreciar alguns desses institutos sob um viés crítico como institutos que devem ser melhorados, corrigidos e, em caso de má utilização, repelidos.

1ª ed. Porto Alegre: Habitus Editora, 2022.

VILELA, Augusto Tarradt; VIANA, Tafate Dias.


Org.: Miguel Tedesco Wedy e Paulo Thiago Fernandes (p. 75-98)


Uma abordagem acadêmica e profissional de assuntos relacionados à proteção da liberdade individual, dado que a privação da liberdade, antes do trânsito em julgado de condenação de natureza penal, é concebida, em democracias substanciais, como a extrema ratio da ultima ratio. É com essa perspectiva que as espécies de prisão e de medidas cautelares foram analisadas durante a obra. Todos os trabalhos, portanto, foram elaborados com respeito a critérios de pesquisa científica e valores constitucionais (especialmente aqueles dedicados ao processo penal de cariz democrático), resultando na qualidade da obra, que conta com autore(a)s provenientes da pós-graduação (lato e stricto sensu) da UNISINOS, dos quais muito(a)s são profissionais do Direito e da docência universitária. Por fim, é acertado recomendar o livro “Prisões e medidas cautelares no processo penal brasileiro” para pesquisadore(a)s (da área jurídica ou não), estudantes e profissionais do Direito, por ser também uma obra atualizada com as alterações legislativas operadas no âmbito das Ciências Criminais pela Lei nº 13.964/2019 – pacote anticrime, além de decisões judiciais elaboradas pelos Tribunais Superiores.

1ª ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2020. 109p

VILELA, Augusto Tarradt | WEDY, Miguel Tedesco


Executar a pena antes de seu trânsito em julgado é uma medida extrema e muito complexa, devendo ocorrer uma análise minuciosa de seus impactos às bases epistemológicas do direito penal material e processual e, especialmente, constitucional. Esta é a proposta da presente obra: avaliar o retorno desse entendimento que é claramente contrário ao texto constitucional e que se justifica apenas a partir de critérios funcionais e político-criminais, cuja legitimidade e eficiência são altamente discutíveis.

1ª ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2018.

WEDY, Miguel Tedesco | VILELA, Augusto Tarradt (v. , p. 79-100)


Hoje se sabe que para enfrentar a criminalidade organizada, a criminalidade econômica e os crimes contra a administração pública, o legislador teve de buscar outros institutos, bem mais invasivos do ponto de vista das garantias constitucionais: as colaborações premiadas, as interceptações telefônicas e telemáticas, as conduções coercitivas, os acordos de leniência, a infiltração de agentes, a ação controlada etc. A obra objetiva apreciar alguns desses institutos sob um viés crítico como institutos que devem ser melhorados, corrigidos e, em caso de má utilização, repelidos.

1ª ed. Porto Alegre: Habitus Editora, 2022.

VILELA, Augusto Tarradt; VIANA, Tafate Dias.

Org.: Miguel Tedesco Wedy e Paulo Thiago Fernandes (p. 75-98)


Uma abordagem acadêmica e profissional de assuntos relacionados à proteção da liberdade individual, dado que a privação da liberdade, antes do trânsito em julgado de condenação de natureza penal, é concebida, em democracias substanciais, como a extrema ratio da ultima ratio. É com essa perspectiva que as espécies de prisão e de medidas cautelares foram analisadas durante a obra. Todos os trabalhos, portanto, foram elaborados com respeito a critérios de pesquisa científica e valores constitucionais (especialmente aqueles dedicados ao processo penal de cariz democrático), resultando na qualidade da obra, que conta com autore(a)s provenientes da pós-graduação (lato e stricto sensu) da UNISINOS, dos quais muito(a)s são profissionais do Direito e da docência universitária. Por fim, é acertado recomendar o livro “Prisões e medidas cautelares no processo penal brasileiro” para pesquisadore(a)s (da área jurídica ou não), estudantes e profissionais do Direito, por ser também uma obra atualizada com as alterações legislativas operadas no âmbito das Ciências Criminais pela Lei nº 13.964/2019 – pacote anticrime, além de decisões judiciais elaboradas pelos Tribunais Superiores.

1ª ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2020. 109p

VILELA, Augusto Tarradt | WEDY, Miguel Tedesco


Executar a pena antes de seu trânsito em julgado é uma medida extrema e muito complexa, devendo ocorrer uma análise minuciosa de seus impactos às bases epistemológicas do direito penal material e processual e, especialmente, constitucional. Esta é a proposta da presente obra: avaliar o retorno desse entendimento que é claramente contrário ao texto constitucional e que se justifica apenas a partir de critérios funcionais e político-criminais, cuja legitimidade e eficiência são altamente discutíveis.

1ª ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2018.

WEDY, Miguel Tedesco | VILELA, Augusto Tarradt (v. , p. 79-100)


Hoje se sabe que para enfrentar a criminalidade organizada, a criminalidade econômica e os crimes contra a administração pública, o legislador teve de buscar outros institutos, bem mais invasivos do ponto de vista das garantias constitucionais: as colaborações premiadas, as interceptações telefônicas e telemáticas, as conduções coercitivas, os acordos de leniência, a infiltração de agentes, a ação controlada etc. A obra objetiva apreciar alguns desses institutos sob um viés crítico como institutos que devem ser melhorados, corrigidos e, em caso de má utilização, repelidos.

1ª ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2020. 109p

VILELA, Augusto Tarradt | WEDY, Miguel Tedesco


Executar a pena antes de seu trânsito em julgado é uma medida extrema e muito complexa, devendo ocorrer uma análise minuciosa de seus impactos às bases epistemológicas do direito penal material e processual e, especialmente, constitucional. Esta é a proposta da presente obra: avaliar o retorno desse entendimento que é claramente contrário ao texto constitucional e que se justifica apenas a partir de critérios funcionais e político-criminais, cuja legitimidade e eficiência são altamente discutíveis.

1ª ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2018.

WEDY, Miguel Tedesco | VILELA, Augusto Tarradt (v. , p. 79-100)


Hoje se sabe que para enfrentar a criminalidade organizada, a criminalidade econômica e os crimes contra a administração pública, o legislador teve de buscar outros institutos, bem mais invasivos do ponto de vista das garantias constitucionais: as colaborações premiadas, as interceptações telefônicas e telemáticas, as conduções coercitivas, os acordos de leniência, a infiltração de agentes, a ação controlada etc. A obra objetiva apreciar alguns desses institutos sob um viés crítico como institutos que devem ser melhorados, corrigidos e, em caso de má utilização, repelidos.


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Jornal Zero Hora, Porto Alegre, RS - 30 set. 2019

por  Augusto Tarradt Vilela


Jornal Zero Hora, Porto Alegre, RS - 30 set. 2019

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Jornal Zero Hora, Porto Alegre, RS - 21 mar. 2018

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Jornal do Comércio, Rio Grande do Sul - 11 out. 2018

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Jornal Folha de S. Paulo - SP - 16 dez. 2017

por  Augusto Tarradt Vilela


Foto: Folha - Opinião


Jornal Folha de S. Paulo - SP - 07 out. 2017

por  Augusto Tarradt Vilela


Foto: Alan Marques - Folhapress


Jornal Zero-Hora, Porto Alegre, RS - 03 out. 2017

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Jornal NH, Novo Hamburgo - RS - 21 set. 2017

por  Augusto Tarradt Vilela


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